PORTUGUESE: A partir dos anos Setenta, na Itália iniciou-se uma reflexão sobre a importância dos modelos de gênero presentes na literatura para a infância. Ao mesmo tempo, verificou-se uma interessante mudança na produção editorial de textos de narrativa dirigida a meninos/as e jovens, porque muitas casas editoras propuseram histórias e personagens que introduziam estereótipos não tradicionais em relação ao gênero. Um setor particular desta produção é o dos livros escolares. Neste âmbito, houve, nos últimos decênios, alguma reflexão que ressaltou a importância dos modelos de identidade e dos códigos de comportamento transmitidos nos textos escolares. Além do mais, a nível europeu, foi redigido um regulamento que convidava as casas editoras a se tornarem sensíveis ao problema das diferenças de gênero (Projeto POLITE). Apesar disso, a produção parece ter permanecido ligada a imagens e modelos muito estereotipados no sentido tradicional. Esta contribuição tem o fim de reconstruir a história do debate italiano nos últimos decênios e propor os resultados de uma micro pesquisa realizada na Lombardia sobre textos escolares dirigidos à escola primária.

Since the Seventies, in Italy, a reflection on importance of gender patterns in the children’s literature has began. At the same time, there was an interesting change in the production of fiction aimed at boys and girls: many publishers have proposed stories and characters with nontraditional gender stereotypes. An important area of this production is the one of school books. Some reflections pointed out the importance of patterns and behaviors present in the school reading texts. Besides, at the European level it has been drawn up a regulation that invites publishers to be sensitive to the problem of gender differences (Project POLITE). Nevertheless, the production continues to offer traditional stereotypes. This article reconstructs the Italian debate in recent decades and offers the results of a micro research carried out in Lombardy about textbooks aimed to primary school.

A partire dagli anni Settanta, in Italia si è avviata una riflessione sull’importanza dei modelli di genere presenti nella letteratura per l’infanzia. Contemporaneamente, si è verificato un interessante cambiamento nella produzione editoriale di testi di narrativa rivolta a bambini/e e ragazzi/e, perché molte case editrici hanno proposto storie e personaggi che introducevano stereotipi non tradizionali riguardo al genere. Un settore particolare di questa produzione è quello dei libri scolastici. In questo ambito, c’è stata, negli ultimi decenni, qualche riflessione che ha sottolineato l’importanza dei modelli di identità e dei codici di comportamento veicolati nei testi scolastici. Inoltre, a livello europeo, è stato redatto un regolamento che invita le case editrici a diventare sensibili al problema delle differenze di genere (Progetto POLITE). Nonostante questo, la produzione sembra essere rimasta legata a immagini e modelli molto stereotipati in senso tradizionale. Il contributo ricostruisce la storia del dibattito italiano negli ultimi decenni e propone i risultati di una micro ricerca svolta in Lombardia su testi scolastici rivolti alla scuola primaria

Seveso, G. (2016). Differenze di genere e libri per l’infanzia: riflessioni sugli stereotipi di genere nei libri scolastici italiani [Diferenças de gênero e livros para a infância: reflexões sobre os estereótipos de gênero nos livros escolares italianos] (Gender differences and books for children: reflections on gender stereotypes in italian Schoolbooks). CRÍTICA EDUCATIVA, 2(2), 107-122 [10.22476/revcted.v2i2.100].

Differenze di genere e libri per l’infanzia: riflessioni sugli stereotipi di genere nei libri scolastici italiani [Diferenças de gênero e livros para a infância: reflexões sobre os estereótipos de gênero nos livros escolares italianos] (Gender differences and books for children: reflections on gender stereotypes in italian Schoolbooks)

SEVESO, GABRIELLA
Primo
2016

Abstract

PORTUGUESE: A partir dos anos Setenta, na Itália iniciou-se uma reflexão sobre a importância dos modelos de gênero presentes na literatura para a infância. Ao mesmo tempo, verificou-se uma interessante mudança na produção editorial de textos de narrativa dirigida a meninos/as e jovens, porque muitas casas editoras propuseram histórias e personagens que introduziam estereótipos não tradicionais em relação ao gênero. Um setor particular desta produção é o dos livros escolares. Neste âmbito, houve, nos últimos decênios, alguma reflexão que ressaltou a importância dos modelos de identidade e dos códigos de comportamento transmitidos nos textos escolares. Além do mais, a nível europeu, foi redigido um regulamento que convidava as casas editoras a se tornarem sensíveis ao problema das diferenças de gênero (Projeto POLITE). Apesar disso, a produção parece ter permanecido ligada a imagens e modelos muito estereotipados no sentido tradicional. Esta contribuição tem o fim de reconstruir a história do debate italiano nos últimos decênios e propor os resultados de uma micro pesquisa realizada na Lombardia sobre textos escolares dirigidos à escola primária.
Articolo in rivista - Articolo scientifico
Since the Seventies, in Italy, a reflection on importance of gender patterns in the children’s literature has began. At the same time, there was an interesting change in the production of fiction aimed at boys and girls: many publishers have proposed stories and characters with nontraditional gender stereotypes. An important area of this production is the one of school books. Some reflections pointed out the importance of patterns and behaviors present in the school reading texts. Besides, at the European level it has been drawn up a regulation that invites publishers to be sensitive to the problem of gender differences (Project POLITE). Nevertheless, the production continues to offer traditional stereotypes. This article reconstructs the Italian debate in recent decades and offers the results of a micro research carried out in Lombardy about textbooks aimed to primary school.
A partire dagli anni Settanta, in Italia si è avviata una riflessione sull’importanza dei modelli di genere presenti nella letteratura per l’infanzia. Contemporaneamente, si è verificato un interessante cambiamento nella produzione editoriale di testi di narrativa rivolta a bambini/e e ragazzi/e, perché molte case editrici hanno proposto storie e personaggi che introducevano stereotipi non tradizionali riguardo al genere. Un settore particolare di questa produzione è quello dei libri scolastici. In questo ambito, c’è stata, negli ultimi decenni, qualche riflessione che ha sottolineato l’importanza dei modelli di identità e dei codici di comportamento veicolati nei testi scolastici. Inoltre, a livello europeo, è stato redatto un regolamento che invita le case editrici a diventare sensibili al problema delle differenze di genere (Progetto POLITE). Nonostante questo, la produzione sembra essere rimasta legata a immagini e modelli molto stereotipati in senso tradizionale. Il contributo ricostruisce la storia del dibattito italiano negli ultimi decenni e propone i risultati di una micro ricerca svolta in Lombardia su testi scolastici rivolti alla scuola primaria
Children’s literature, Gender stereotypes, School books
Letteratura per l’infanzia, Stereotipi di genere, Testi scolastici
Portuguese
107
122
16
Seveso, G. (2016). Differenze di genere e libri per l’infanzia: riflessioni sugli stereotipi di genere nei libri scolastici italiani [Diferenças de gênero e livros para a infância: reflexões sobre os estereótipos de gênero nos livros escolares italianos] (Gender differences and books for children: reflections on gender stereotypes in italian Schoolbooks). CRÍTICA EDUCATIVA, 2(2), 107-122 [10.22476/revcted.v2i2.100].
Seveso, G
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